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Comércio capixaba amarga R$ 3 bilhões em perda de faturamento

Publicado em 15/05/2020

Estabelecimentos comerciais permaneceram fechados como medida para evitar a disseminação do Coronavírus no ES

Com o alongamento da situação de pandemia, a perda de faturamento no comércio do Espírito Santo chegou a R$ 3 bilhões, considerando o período de 15 de março* a 10 de maio, sete semanas. O levantamento foi feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 

Mesmo a intensificação das alternativas de vendas pela internet, entregas e retiradas não foi capaz de preencher o espaço das vendas presenciais. Somam-se a isso os reflexos da retração da renda da população e o medo ou a perda efetiva dos empregos, o que a leva a consumir produtos mais essenciais. 

Brasil 

Ainda segundo estimativas da CNC, em todo o Brasil, o comércio acumulou a perda de R$ 124,7 bilhões em sete semanas, uma retração de 56% no faturamento do setor em relação ao período anterior à pandemia. 

E ainda, a persistência do cenário atual tem potencial para eliminar cerca de 2,4 milhões de postos de trabalho em todo o Brasil em um intervalo de até três meses. A concretização desse número dependerá de como as empresas reagirão à evolução da situação da pandemia e outras medidas nas próximas semanas.

Pesquisa Mensal do Comércio (PMC-IBGE)

Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada em 13 de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em março, o volume de vendas do comércio capixaba (restrito) recuou 2,5% na comparação com fevereiro, representando a primeira queda para um mês de março em quatro anos. Considerando o volume de vendas do comércio ampliado, que incorpora os resultados dos segmentos automotivo e de materiais de construção a retração foi de 7,9% em relação ao mês anterior, maior queda para meses de março de toda a série histórica (iniciada em 2003) nessa comparação.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, as vendas no comércio restrito caíram 4,4% e o que se observou foi que os segmentos denominados essenciais evitaram um tombo ainda maior do volume de vendas nessa comparação. Para se ter uma ideia o setor de supermercados e hipermercados cresceram 10,8% e o de artigos farmacêuticos e médicos cresceu 14,5% no mês quando comparados ao mesmo mês em 2019.

Lembrando que os primeiros vinte dias de março ainda foram de vendas, com o decreto estadual para o fechamento de estabelecimentos comerciais no Espírito Santo valendo a partir do dia 21 de março. Sendo assim, quedas maiores deverão ser esperadas para os meses seguintes, especialmente abril.

* Consideramos a data 15 de março, pois já era possível perceber uma mudança de hábitos dos consumidores e rotina nos comércios.

Nota Técnica
O levantamento da estimativa de perda do faturamento foi realizado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Já os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) são disponibilizados mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A PMC tem por objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar o comportamento conjuntural do comércio no País e nas Unidades da Federação a partir da receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Os dados são divulgados com 2 (dois) meses de defasagem e poderão sofrer atualizações na divulgação seguinte.  A análise local foi elaborada pela Assessoria Econômica da Fecomércio-ES.

Foto: Freepik - Banco de imagem 
Comércio capixaba amarga R$ 3 bilhões em perda de faturamento

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